Tripulantes de um veleiro, os participantes tornam-se protagonistas de uma jornada de transformação, conduzida com total segurança, em busca de novos horizontes. Em formato de regata, cada pessoa assume funções específicas a bordo e atuam como uma verdadeira tripulação. A coordenação entre os integrantes, a comunicação clara e a confiança mútua são essenciais para conduzir o barco com eficiência. Lidar com o incontrolável, gerir emoções, utilizar os sentidos e antecipar cenários são elementos que tornam a experiência única e altamente conectada à realidade corporativa.
O formato pode ser competitivo ou colaborativo o que permite estabelecer analogias diretas entre a navegação e o ambiente empresarial, especialmente no que diz respeito à estratégia, planejamento e tomada de decisões.
A vivência se destaca pela forte conexão com a natureza e pelo espírito de conquista, inspirada nas grandes navegações da humanidade.
Realizada em ambiente propício em São Paulo, na Represa de Guarapiranga, a experiência combina aprendizado e desafio em um cenário inspirador.
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS TRABALHADAS SÃO:
O tema PESSOAS ganham protagonismo na construção de confiança e na comunicação constante entre a equipe, essenciais para conduzir a embarcação com harmonia. RELACIONAMENTO se fortalece na colaboração, na escuta ativa e na capacidade de alinhar ações em um ambiente dinâmico, onde cada movimento impacta diretamente o resultado coletivo.
Pessoas: Trabalho em equipe, espírito de server, cooperação, integração, liderança servidora, interdependência, celebração , saúde mental, delegação.
O DESENVOLVIMENTO ACONTECE COM BASE NOS 3 PILARES DO INDIVIDUO DISTRIBUÍDOS DA SEGUINTE FORMA:
o RACIONAL, que se manifesta no planejamento de rota, na leitura de cenário e nas decisões estratégicas que direcionam a navegação. O EMOCIONAL ganha força na confiança entre a equipe, na comunicação alinhada e no engajamento coletivo diante dos desafios. Já o FÍSICO se evidencia na execução das manobras, na coordenação dos movimentos e na energia aplicada para manter o barco em ritmo e direção.
Cabeça: 40% Coração: 30% Corpo: 30%
Formato:
Duração: 3 horas
Presencial
Numero de participantes: Até 30 pessoas
Estamos todos no mesmo barco? Remamos para o mesmo lado? Perguntas provocativas dão o tom desta experiência, que convida os participantes a refletirem, na prática, sobre compromisso e responsabilidade coletiva. O desafio é a construção de jangadas para uma travessia até a chamada “terra firme”, metáfora clara do alcance de resultados e objetivos comuns. Ao longo da atividade, a equipe coloca à prova sua capacidade de planejamento, organização e execução, desde a concepção da embarcação até a definição de papéis e gestão de recursos. Cada tripulante é essencial para o sucesso da jornada, fato que reforça a importância da interdependência e da colaboração. No momento da travessia, um elemento surpresa, a troca das embarcações, movimento que desconstrói possíveis ambientes competitivos e amplia o exercício da confiança,…
O dinamismo de um circuito estruturado que combina raciocínio lógico, atividade física e colaboração. Experiência intensa e adaptável, desenhada para estimular protagonismo, confiança, estratégia e trabalho em equipe. Divididos em equipes, os participantes enfrentam provas personalizadas conforme as necessidades do cliente, alinhadas a temas como liderança, comunicação, tomada de decisão, gestão de recursos e resolução de problemas. Mudanças inesperadas, restrições adicionais e novos complicadores são inseridos propositalmente para simular cenários de pressão e incerteza. O objetivo é coletivo e reforça a interdependência, a importância de compartilhar boas práticas e utilizar as fortalezas individuais a favor do resultado do grupo. Entre os desafios propostos, estão atividades como condução de participantes vendados, dinâmicas com pessoas suspensas por cordas sustentadas pela própria equipe e…
A coragem, a disciplina e a tradição dos povos polinésios ganham vida nesta experiência intensa, que traduz a força de uma cultura desbravadora marcada pela cooperação, pelo respeito e pela superação coletiva. Em equipes, os participantes recebem a missão de remar em canoas Pahi. Cada remada reforça a importância da sincronia, do ritmo e da atuação de cada integrante onde o avanço só acontece quando todos seguem na mesma direção. O “toque de conchas” marca a união e o início da jornada, enquanto o som dos tambores dita o ritmo das remadas e influencia diretamente a performance coletiva, esta atmosfera cria ambiente de forte conexão emocional. A experiência inclui treinamentos técnicos e práticos, preparação do grupo e, por fim, a remada, momento em que os…
A expressão “Faca na Caveira” traduz a essência desta experiência intensa, inspirada em treinamentos militares, cujo objetivo é extrair o máximo de performance individual e coletiva na preparação de equipes para grandes missões e cenários de alta pressão. Mesmo conduzido de forma cadenciada e segura, os exercícios exigem força física, disciplina e foco, levando os participantes a saírem de sua zona de conforto. Ao longo da jornada, são desafiados a gerir emoções, manter o autocontrole e sustentar a performance em um ambiente que simula estresse, urgência e tomada de decisão sob pressão. A narrativa envolve uma missão crítica: encontrar antídotos capazes de salvar a humanidade de um vírus devastador. As etapas incluem exercícios de ordem unida, treinamento de resgate, que desenvolvem disciplina, liderança, e culmina na execução de missões. Mais do…